Um humanista secular compreende que a crença em um ser divino para um místico é uma necessidade para se ter uma vida plena e significativa, e como uma escolha pessoal deve ser respeitada.

 


Ser um humanista secular não é só estar consciente de que a verdadeira liberdade é aquela que nos permite pensar por nós mesmos e questionar tudo o que nos é apresentado como verdade absoluta. Ser um humanista secular também é compreender que a escolha de acreditar em algo ou não é uma questão pessoal, e que a verdadeira liberdade de pensamento é aquela que permite questionar e explorar todas as possibilidades sem dogmas ou preconceitos.

 

Afinal, é possível ser um humanista secular convicto e respeitar as crenças dos outros, assim como é possível ser um crente devoto e conviver pacificamente com aqueles que não acreditam no mesmo Deus. Um humanista secular compreende que a crença em um ser divino para um místico é uma necessidade para se ter uma vida plena e significativa, e como uma escolha pessoal deve ser respeitada.                                                                      

E se por acaso alguém decide mudar sua crença, isso não deve ser motivo de julgamento ou desqualificação, mas sim de respeito à sua jornada pessoal. Pois o importante é viver de forma autêntica e em busca de um propósito maior, seja ele religioso ou não. O importante é que cada um possa encontrar o seu próprio caminho de vida e respeitar o direito dos outros de fazer o mesmo. E quem sabe, talvez um dia o mundo possa se unir em busca de um objetivo comum, independentemente de suas diferenças pessoais ou religiosas, em nome de uma causa maior.

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O mistério e a imensidão do cosmo podem parecer insondáveis, mas quando nos permitimos explorar as estrelas e constelações dentro de nós mesmos, descobrimos um universo interno cheio de luz e possibilidades imensuráveis.

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