A felicidade de verdade, não tem muito a ver com suprir nossa necessidade de religiosidade ou de difundir espiritualidade, mas demonstrar não só a qualidade da sua humanidade, mas principalmente a profundidade da sua humildade e profunda generosidade, no intuito de avançar de forma gradativa a complexidade da simplicidade envolta de caridade e sobre a realidade de tudo que move o sentimento de igualdade em busca da possibilidade do pleno amor pela fraternidade.


Ao acordar naquela manhã, Gregor sentiu uma estranha sensação de leveza no peito. Era como se uma carga pesada, que ele carregava há anos, tivesse sido finalmente retirada de suas costas. Ele se levantou da cama com um sorriso no rosto e uma sensação de alegria que nunca havia experimentado antes. Enquanto se arrumava para mais um dia de trabalho, Gregor percebeu que seus pensamentos estavam diferentes. Ele não se preocupava mais com as tarefas que teria que realizar, nem com as pressões que sofria em sua profissão. Ele estava tranquilo e sereno, como se nada pudesse abalar sua paz interior.             

Ao sair de casa, Gregor viu o mundo de uma forma diferente. As cores pareciam mais vivas, os sons mais harmoniosos e as pessoas mais amigáveis. Ele sorria para todos que encontrava, sem esperar nada em troca, apenas por sentir a necessidade de demonstrar sua gratidão pela vida. No caminho para o trabalho, Gregor viu um mendigo pedindo esmolas na rua. Em vez de ignorá-lo, como costumava fazer, ele se aproximou e lhe ofereceu sua ajuda. O mendigo agradeceu, surpreso com a gentileza de um desconhecido.    

 

Gregor continuou a trabalhar durante todo o dia, mas sua atitude havia mudado. Ele não se importava mais com as tarefas que lhe eram dadas, nem com o que seus colegas de trabalho pensavam dele. Ele estava feliz, radiante, sentindo-se livre para ser quem ele era. Quando chegou em casa à noite, Gregor se sentou em sua poltrona favorita e refletiu sobre o dia que havia vivido.

 

Ele percebeu que a felicidade de verdade não tem muito a ver com suprir nossa necessidade de religiosidade ou de difundir espiritualidade, mas sim com demonstrar não só a qualidade da sua humanidade, mas principalmente a profundidade da sua humildade e profunda generosidade.

Ele percebeu que, ao agir de forma simples e caridosa, ele havia avançado gradativamente na complexidade da simplicidade envolta de caridade e sobre a realidade de tudo que move o sentimento de igualdade em busca da possibilidade do pleno amor pela fraternidade.

 

E essa sensação de plenitude, de estar em harmonia com o mundo, era o que ele havia buscado por tanto tempo. Gregor adormeceu naquela noite com um sorriso no rosto, sentindo-se finalmente livre para ser quem ele sempre quis ser. E ele sabia que, a partir daquele dia, nada poderia impedi-lo de viver em paz e em harmonia com a humanidade e o universo.

 

Ele sentiu uma conexão profunda com tudo que o cercava e percebeu que todas as coisas estão interconectadas. Gregor prometeu a si mesmo que usaria sua vida para ajudar a melhorar o mundo em que vivemos, sempre lembrando que somos todos parte de algo maior. E assim, ele sentiu uma imensa gratidão por tudo que havia aprendido e experimentado, e prometeu a si mesmo que sempre iria viver sua vida com compaixão e amor pelos outros.

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