As pessoas podem não saber que a morte é a única certeza da vida. Mas se você tem dúvida da rapidez com que vão te esquecer quando você morrer, não deixaria de fazer o que gosta, preocupado com o que vão pensar pelo que fez em vida.
A vida é uma estrada
que todos nós percorremos, cada um em sua própria velocidade. Mas, em algum
momento, a estrada chega ao fim. É aí que a morte nos encontra, sem aviso
prévio, sem compaixão, sem piedade. Ela é a única certeza que temos na vida. A
única coisa que podemos ter certeza é que um dia vamos partir. E, no entanto,
muitas vezes nos preocupamos com o que as outras pessoas vão pensar de nós
quando partirmos. Será que vão se lembrar de nós? Será que vão sentir nossa
falta? Será que vamos deixar um legado?
Mas a verdade é que,
quando partimos, o mundo continua girando, as pessoas continuam vivendo suas
vidas, seguindo em frente. E, aos poucos, vamos sendo esquecidos, nossas
memórias se desvanecem, nossas realizações são deixadas para trás. Então, por
que se preocupar com o que os outros pensam? Por que se privar do que você
realmente quer fazer na vida, com medo do julgamento dos outros? Afinal, quando
partirmos, o que importará é o que fizemos enquanto estávamos vivos, o que
realizamos, as pessoas que tocamos e a felicidade que experimentamos.
Não deixe que o medo
do esquecimento o impeça de seguir seus sonhos, de fazer o que realmente ama. A
vida é curta demais para se preocupar com a opinião dos outros. Faça o que faz
você feliz, aproveite cada momento, viva intensamente. Porque, no final das
contas, o que realmente importa não é o que as outras pessoas pensam de você,
mas sim o que você pensa de si mesmo. Então, siga o seu caminho, deixe sua
marca no mundo e, acima de tudo, seja fiel a si mesmo. Afinal, é isso que
realmente importa no final.
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Se não
podemos ser ausência onde nossa presença não faz diferença, podemos ao menos
buscar permanecer presentes em essência, preservando a pureza do nosso ser e
honrando a nossa existência.
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