Somos nós, seres humanos, que moldamos o mundo e damos significado à nossa existência.

 


Em uma noite escura, a mente divaga pelos pensamentos mais profundos e questiona as crenças que moldam nossa existência. A ideia de um Deus todo-poderoso é sedutora, mas também limitante, pois nos torna dependentes de uma força externa para explicar a vida e sua origem. Os humanistas seculares compreendem que a verdadeira criação não vem de um ser divino, mas sim do poder da mente humana em moldar o mundo ao nosso redor, haja vista que a mente humana é capaz de criar mundos inteiros, e o conceito de Deus é apenas um desses mundos.

 

Mas o humanismo secular nos permite ver além dessas construções mentais e olhar para a realidade objetiva, onde a evolução é a lei da natureza. Reconhecemos que a vida na Terra é o resultado de bilhões de anos de processos naturais, sem a necessidade de um ser sobrenatural criador. Somos criacionistas, mas de uma forma diferente, pois acreditamos que a humanidade é capaz de criar seu próprio destino, e não está subordinada a uma suposta vontade divina, pois somos nós, seres humanos, que moldamos o mundo e damos significado à nossa existência.      

Portanto o humanismo secular nos leva a uma nova era de luz e conhecimento, onde a ciência e a razão nos guiam em busca da verdade, e não mais na crença em dogmas religiosos ultrapassados que diz que o mundo foi criado há 6 mil anos em um universo de aproximadamente 15 bilhões de anos. E assim, sem querer estar desrespeitando a fé de ninguém, seguimos nosso caminho, conscientes de que a verdadeira criação e a verdadeira sabedoria estão dentro de nós, e não em um ser criador, criado por nossa própria mente criadora.

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Nunca antes na história da humanidade os unicórnios decidiram formar uma sociedade secreta para proteger o segredo da existência das fadas.

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