Não adianta cobrar quando o amor não é recíproco!
Você pode até achar que conhece uma pessoa, mas pare de amar o “eu te odeio” dela, como se isso quisesse dizer outra coisa senão desprezo. Deixe de ser hipócrita perdendo tempo com amores medíocres ou tomando emprestados, sofrimentos que não são seus. Quando a soma de sentir amor de um casal não totaliza o dobro da metade, ou você está fazendo parte de tudo, sem tomar parte de nada ou alguém está sendo dois em um, vivendo uma vida solitária.
Portanto, pare de
carregar todo o excesso de bagagem emocional de viver por dois, aquilo que
deveria ser um só sentimento. Abandone esse lastro sentimental que o faz
parasita de si mesmo e descubra que ninguém precisa de alguém para ser feliz
sozinho. Quando não somos um complemento ou quando não somos duas partes do mesmo
todo, é por que há muito já morreram aquelas metades que um dia já foram nós.
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O amor
verdadeiro deve ser uma soma que vai além de metades incompletas. Deve ser uma
soma que multiplica, não uma divisão que subtrai.
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Estranho é o destino
daqueles que insistem em perseguir o amor onde ele não pode ser encontrado. É
como tentar agarrar uma sombra, perseguir um arco-íris ou encontrar um tesouro
enterrado nas profundezas do mar. Não adianta cobrar quando o amor não é
recíproco, pois ele é um sentimento que não pode ser forçado ou manipulado. É
preciso aceitar que nem todas as histórias de amor têm um final feliz, e que às
vezes a melhor coisa a se fazer é deixar ir.
Talvez seja difícil
admitir que o amor não é correspondido, mas é importante lembrar que isso não é
uma falha pessoal. Às vezes, as pessoas simplesmente não sentem o mesmo que
nós, e não há nada de errado nisso. É importante não se culpar ou se depreciar
por isso, mas sim aprender a se valorizar e a encontrar a felicidade em outras
áreas da vida. O amor é uma coisa estranha e misteriosa, e nem sempre podemos
controlá-lo ou entendê-lo.
Às vezes, ele vem de
onde menos esperamos, e outras vezes desaparece da mesma forma. Mas uma coisa é
certa: não adianta cobrar ou exigir amor de alguém que não o sente. É preciso
deixar o coração seguir o seu curso e confiar que o destino nos levará onde
devemos estar, ou não!
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O verdadeiro
amor é uma união que transcende as metades e resulta em algo maior do que a
simples soma.
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Estranho é o destino
daqueles que insistem em cobrar amor de onde ele simplesmente não existe. Como
a tentativa vã de pescar nas águas secas do deserto, ou colher frutos em solo
infértil, a cobrança de amor não correspondido é um ato de loucura que beira a
insensatez. Mas ainda assim, muitos se arriscam nessa empreitada, insistindo em
tentar transformar o deserto em oásis, e o solo infértil em campo fértil.
Mas a verdade é que
não há força ou magia capaz de fazer nascer amor onde não há, e insistir nessa busca
só leva a um abismo de frustração e desespero. É preciso, então, aceitar que o
amor nem sempre é recíproco, que ele muitas vezes é um pássaro que voa livre e
não pode ser aprisionado. É preciso deixar que o amor flua naturalmente, e que
cada um encontre o seu caminho, mesmo que isso signifique seguir em direções
opostas. Afinal, o amor verdadeiro é aquele que é livre e espontâneo, e que
nunca pode ser cobrado ou exigido.
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Na
matemática do amor, não devemos subtrair a nossa liberdade e individualidade,
mas sim somar os nossos valores, dividir nossas alegrias e dores e multiplicar
exponencialmente nossos amores.
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