Muitas pessoas que perdem a sua capacidade de amar, por achar que o amor tenha prazo de validade, não acreditam em quem “morre” de amor por você e ao mesmo tempo jura amor eterno, pois elas sabem que hoje em dia esse tal amor eterno não passa de três meses. Portanto, me desculpem os adeptos de plantão, digo: de Platão que estão no mundo da Lua embalados em sonhos marcianos, vão viverem seus amores titânicos, digo: platônicos em cruzeiros pelo Mar... Morto.
Ah, os amores
platônicos, aqueles que nunca chegam a lugar nenhum, exceto na imaginação dos
apaixonados. É fascinante ver como as pessoas se apegam a esses sonhos, como se
fossem capazes de substituir a realidade, que muitas vezes é dura e
desagradável. Mas tudo bem, quem precisa de amor verdadeiro quando se pode
viver em um mundo de fantasias, onde tudo é perfeito e maravilhoso?
Sim, meus amigos,
vivam seus amores platônicos, construam castelos no ar e sonhem com o amor
eterno. Porque, afinal, quem precisa de compromisso, de responsabilidades, de
lealdade? Tudo isso é tão banal e sem graça. É muito melhor flutuar em um mundo
de ilusões, onde tudo é perfeito e nada pode dar errado, mesmo que dê.
Então, sim, sigam seus
corações, sejam Platão em carne e osso, e mergulhem de cabeça nesse amor
platônico. Porque, afinal, nada é mais real do que a imaginação. E quem precisa
de realidade quando se pode viver em um mundo de sonhos? Afinal, o amor é para
os fracos, não é mesmo? Vivamos essa ilusão!
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Ah, as pessoas e sua
obsessão pelo amor eterno, como se fosse uma espécie de garantia de felicidade.
Mas a realidade é que o amor é uma montanha-russa, com altos e baixos,
reviravoltas e surpresas. E quem espera encontrar um amor perfeito, eterno e
inabalável, só pode estar vivendo em um mundo de fantasia, ou em uma viagem
pelos cruzeiros do mar... morto, como diria o saudoso Platão.
É engraçado como
algumas pessoas se recusam a aceitar que o amor pode ser passageiro, que pode
durar um verão, uma estação, ou até mesmo um instante. Preferem se iludir com a
ideia de que o amor é uma espécie de contrato, um compromisso perpétuo que deve
ser cumprido até o fim dos tempos. Mas o que elas não percebem é que o amor é
um sentimento livre, que não pode ser aprisionado em uma caixinha de papelão e
guardado no fundo do armário.
O amor é uma flor que
precisa ser regada todos os dias, com carinho, atenção e respeito. E se um dia
ela murchar, não adianta culpar o tempo, a distância ou o destino. É preciso
aceitar que o amor é como a vida: um eterno recomeço.
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Case com alguém que cozinhe bem, o amor acaba, mas fome não!
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