Libere seus monstros secretos. A minha vida é tão incrivelmente monstruosa tanto quanto meus defeitos e eu gosto deles desse jeito, se mudasse perderia a essência da bondade e ao mesmo tempo o cerne da maldade que sempre estiveram ali e que de alguma forma é o que me transforma no bondoso e equilibrado monstro que sou.


A madrugada é o momento em que a escuridão se torna mais densa e as sombras mais nítidas, e é nessa hora que eu me encontro comigo mesmo. Às vezes, fico pensando na estranheza da vida, em como as coisas que parecem tão monstruosas são, na verdade, o que nos tornam únicos e especiais.

 

Minha vida sempre foi um turbilhão de emoções, de altos e baixos, de erros e acertos, de bondade e maldade. Eu sou o resultado de tudo o que vivi, de todas as escolhas que fiz e de todas as consequências que enfrentei. E não me arrependo de nada, porque cada pedra que coloquei no meu caminho me ajudou a chegar onde estou hoje.

 

Eu sou um monstro bondoso, sim. Mas também sou um humano imperfeito, cheio de falhas e de cicatrizes que ainda doem. E isso é o que me faz ser quem eu sou. Não quero mudar, não quero me tornar alguém que não sou. Quero abraçar minhas imperfeições e minha humanidade, e seguir em frente, enfrentando cada desafio com coragem e determinação.

 

A madrugada é a hora em que os monstros saem de seus esconderijos e vagueiam pelas ruas, mas eu não tenho medo deles. Eu sou um deles, e tenho orgulho disso. Afinal, é isso que nos torna únicos e especiais: nossas imperfeições e nossos defeitos, que são também nossas maiores qualidades.

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Na madrugada, as sombras ganham vida, revelando a dualidade dos meus próprios demônios interiores. Nessa escuridão, encontro minha monstruosidade e minha verdadeira humanidade. Também é nela que descubro a verdadeira essência da bondade e da maldade que moldaram o monstro equilibrado e imperfeito que sou hoje, capaz de abraçar ambos os lados do espectro humano.

Estranho o destino daqueles que aceitam suas monstruosidades como parte integrante de sua essência. Como se a bondade e a maldade fossem dois lados da mesma moeda, um equilíbrio necessário para que a vida siga seu curso natural. Não se trata de negar os defeitos ou tentar mudar aquilo que parece intrinsecamente enraizado em nossa alma. Mas sim de abraçar essa dualidade e encontrar uma forma de conviver com ela sem se deixar dominar por nenhum dos extremos.

 

É como estar em um labirinto, onde a cada esquina nos deparamos com uma nova surpresa, uma nova parte de nós mesmos que ainda não havíamos explorado. E talvez a chave para sair desse labirinto esteja justamente em aceitar e abraçar as nossas monstruosidades, para que possamos encontrar um caminho de equilíbrio entre o bem e o mal, a luz e a escuridão, e enfim, não apenas descobrir nossa verdadeira essência, essa mistura única de luz e sombra que nos torna humanos. Mas também alcançar a paz interior, aceitando todas as partes de nós mesmos, incluindo nossos próprios demônios interiores que tanto tememos e tentamos esconder no lado obscuro do abismo da alma.

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Em meio aos altos e baixos da vida, abraço minha dualidade de monstro bondoso, buscando equilibrar a perfeição de todas as partes imperfeitas de mim mesmo.


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