Honrarias deveríamos receber em vida. O reconhecimento não deve ser uma recompensa por uma ação, mas sim uma forma de destacar a importância o caráter, sua personalidade e o conjunto de valores de alguém, que por si só já os fazem deixar uma marca indelével no mundo que nunca será apagada.


No mundo onde vivemos, há uma obsessão por reconhecimento e honrarias. Todos querem ser vistos e lembrados como pessoas importantes, que deixaram uma marca no mundo. No entanto, muitas vezes o reconhecimento não vem para aqueles que realmente o merecem. Mostrando que as flores e os monumentos deveriam ser apenas formas de lembrar alguém que já se foi, pois como as honrarias, são apenas símbolos vazios, que pouco significam diante da grandeza da vida.                                                                            

A verdadeira importância da vida está nas ações que essa pessoa deixou para trás e nas escolhas que fizeram enquanto vivas. Aqueles que merecem um monumento e flores (quem precisa quer flores depois de morto?) não precisam dessas coisas, pois assim como a morte é um momento inevitável para todos, a sua vida já foi um monumento em si mesma.

 

Afinal, o reconhecimento não deve ser uma recompensa por uma ação, mas sim uma forma de destacar a importância o caráter, sua personalidade e o conjunto de valores de alguém, que por si só já os fazem deixar uma marca indelével no mundo que nunca será apagada. Por outro lado, aqueles que recebem honrarias sem merecê-las estão condenados a viver uma vida vazia e sem sentido.

 

Pois no fundo, eles sabem que não fizeram nada para merecer tal reconhecimento, e que suas ações não contribuíram para a melhoria da sociedade em geral ou do mundo em particular. Portanto, é melhor viver uma vida digna e honrada, mesmo que isso não resulte em reconhecimento ou honrarias. Pois no final das contas, o verdadeiro valor da vida está em viver bem, fazer o bem e deixar um legado de boas ações e de bondade, para que, mesmo depois que partirmos, nossa presença continue a ser sentida. Afinal, o que realmente importa é deixarmos um mundo melhor do que aquele que encontramos.

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