Estranho o destino de quem não tem a grandeza de olhar o mundo com uma perspectiva mais humana. Se sentem do tamanho do universo, mas não passam de efêmeros mortais desejando ser eternos sem querer morrer.

 


Estranho, de fato, é o destino daqueles que não possuem a grandeza de compreender a humanidade em sua plenitude. Cegos pela ilusão de grandiosidade, acreditam-se capazes de dominar o mundo e o tempo, sem perceber que são meros passageiros no fluxo implacável da vida. O desejo de eternidade os consome, mas a morte é inevitável e a efemeridade da existência é uma verdade que eles preferem ignorar.

 

Talvez, se olhassem para além de si mesmos, enxergassem a beleza da vida e a riqueza das relações humanas, e assim compreenderiam a insignificância de suas pretensões vazias. Mas para isso é preciso coragem, humildade e a sabedoria de aceitar a finitude da existência.

 

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Estranho e irônico é o destino daqueles que se sentem tão importantes e grandiosos diante do mundo, mas que, no fim das contas, são apenas mortais efêmeros desejando a eternidade. Eles se acham donos do universo, mas ignoram a grandeza das pequenas coisas da vida, das ações que tornam a humanidade mais humana, da simplicidade que pode fazer toda a diferença em nossas vidas.

 

Esses indivíduos se fecham em suas próprias perspectivas, sem se permitirem enxergar além das suas próprias limitações e falhas. E assim, acabam perdendo a oportunidade de realmente viver e apreciar a beleza da vida que se apresenta diante de nós em cada pequeno momento.

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A vida é uma teia de conexões, onde cada fio representa uma interação única. Se não soubermos como ser ausência onde nossa presença não faz diferença, corremos o risco de nos perdermos na imensidão das relações vazias. É preciso aprender a tecer nossa própria teia, conectando-nos apenas com aqueles que tem relevância, deixando os demais fios sem evidência.

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