Estranho mesmo é o destino dos seres humanos descaracterizados totalmente da sua essência natural ou da conexão suprema com a vida que poderiam torná-los humildes a nível executivo.
Estranho não é o
destino daqueles que mesmo desprovidos de todo amparo humanitário que poderiam
torná-los caridosos, preferem se manter despojados dos suportes humildes
essenciais que poderiam torná-los bem sucedidos na simplicidade. Estranho mesmo
é o destino dos seres humanos descaracterizados totalmente da sua essência
natural ou da conexão suprema com a vida que poderiam torná-los humildes a
nível executivo.
Ah, a ironia do
destino humano, tão imprevisível quanto implacável. Há aqueles que, mesmo
privados de todos os confortos e luxos que poderiam torná-los egoístas e
desprovidos de empatia, ainda assim escolhem a simplicidade e a humildade como
seus guias. E há aqueles que, apesar de todas as vantagens materiais e
oportunidades que o mundo lhes oferece, ainda assim se encontram
descaracterizados e desconectados de sua própria essência, de sua ligação
suprema com a vida.
Como explicar essa
estranha inversão, essa reviravolta cósmica que transforma os pobres em nobres
e os ricos em pobres de espírito? Talvez seja uma questão de perspectiva, de
ver além das aparências e mergulhar na essência profunda do ser humano. Afinal,
o que é a riqueza senão um estado de espírito, uma forma de ver o mundo que
transcende o dinheiro e as posses materiais?
Mas, por outro lado,
como explicar a despersonalização do ser humano, a perda de sua conexão com a
vida e a natureza? Talvez seja uma questão de escolha, de decidir entre a
superficialidade e a profundidade, entre a satisfação imediata e a busca pela
verdadeira realização.
Enquanto isso, o
destino continua a tecer sua trama complexa, sem se importar com nossas
escolhas ou preferências. Ele nos leva para onde quer, nos ensina as lições que
precisamos aprender e nos mostra a verdadeira natureza de nossos corações. E
nós, como meros joguetes nesse jogo divino, só podemos esperar e rezar para
que, no final, encontremos a paz e a verdadeira felicidade que tanto buscamos.
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A beleza do
universo reside na complexidade de sua simplicidade, revelando a infinitude da
existência através da essência da vida.
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