E assim seguimos, em nossa prisão invisível, lutando para encontrar um caminho para a liberdade.


As palavras ecoam na mente como sinos distantes, anunciando uma verdade inescapável: a prisão em que estamos não é feita de paredes, mas sim da culpa que carregamos. Somos como pássaros enjaulados, prisioneiros de nossas próprias escolhas. Nós construímos uma vida que parece ter sido feita para nos manter presos, e agora olhamos para trás, perguntando como chegamos aqui. Há algo em nós que nos permite suportar essa carga, algo que os outros não têm.

 

É uma força interior, uma resistência que nos permite criar raízes e encontrar alguma paz na tempestade. Mas ainda assim, não podemos sonhar como os outros sonham. Nossos sonhos são assombrados por fantasmas do passado, sombras que nunca desaparecem.

 

O peso das nossas ações nos persegue como um cão raivoso, sempre latindo e rosnando em nossos ouvidos. Não importa o quanto tentemos escapar, ele está sempre lá, uma presença constante e sufocante. E assim seguimos, em nossa prisão invisível, lutando para encontrar um caminho para a liberdade. Mas talvez a liberdade seja uma ilusão, uma miragem no deserto da vida, e talvez sejamos destinados a carregar esse fardo para sempre pelos canis da vida.

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Não há mistério que não possamos desvendar, nem imensidão que não possamos abraçar. É hora de expandir nossas mentes e nossos corações para o infinito e além, de deixar para trás a prisão da âncora e de voar em direção aos nossos sonhos mais ousados.

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