Cada um de nós é um universo em si mesmo, com nossas próprias histórias e emoções.


Eu me deito em minha cama, observando o teto branco como uma tela em branco. minha mente vagueia em meio aos pensamentos, como se estivesse procurando a resposta para uma pergunta que não foi feita. A luz da lua entra pela janela e ilumina o quarto, criando sombras que dançam suavemente pelas paredes. Sinto uma brisa fresca passar, trazendo consigo o cheiro suave das flores do jardim. De repente, me vem à mente a figura de Freud, um homem que dedicou sua vida ao estudo do comportamento humano.                                         

 

Ele acreditava que a ideia de Deus era irrelevante para entender as complexas relações entre as pessoas, mas será que realmente precisamos de uma divindade para nos explicar os mistérios da vida? Ou será que podemos encontrar a resposta dentro de nós mesmos, em nossas próprias emoções e pensamentos? Olho para o meu quarto, que parece um reflexo da minha própria mente: organizado e ao mesmo tempo cheio de pequenos detalhes que só fazem sentido para mim. É como se cada objeto no quarto tivesse uma história para contar, uma memória associada a ele.                                                                         

Talvez seja isso que Freud tentava nos ensinar: que cada um de nós é um universo em si mesmo, com nossas próprias histórias e emoções. E que, para entender verdadeiramente o mundo e as pessoas ao nosso redor, precisamos olhar para dentro de nós mesmos. Com essa reflexão, fecho os olhos e deixo minha mente vagar livremente, sem me preocupar com o tempo ou com as preocupações do dia a dia.

 

É um momento de paz e reflexão, em que posso me conectar com a essência mais profunda da minha espiritualidade. E nesse estado de meditação, sou capaz de sentir não apenas uma sensação de harmonia com o mundo que me faz sentir parte integrante de algo muito maior do que eu, mas também a energia que flui em meu ser e de perceber a interconexão que existe entre tudo no universo. É um momento de comunhão com a força divina que habita em mim e em todas as coisas, e é nesse momento também que sinto a presença de algo maior que transcende o tempo e o espaço.

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