A felicidade é uma conquista que depende da nossa capacidade de lidar com a dor e o sofrimento. Pois somos feitos para amar, para sofrer, e para sentir a dualidade que dá cor e profundidade as delícias da vida.
A felicidade, doce e
fugidia, é como uma joia cintilante que brilha no horizonte de nossos corações.
Para alcançá-la, devemos aprender a lidar com as agruras e os espinhos que
permeiam o caminho. É como se fôssemos tecidos para experimentar a plenitude do
amor, mas também para sentir a dor e o sofrimento que o acompanham.
Assim como a vida se
desdobra em uma sinfonia de notas doces e amargas, a dualidade da existência
nos presenteia com uma riqueza inigualável. É nos momentos de dor que
encontramos a coragem para amar mais profundamente, para valorizar os instantes
de alegria como preciosidades efêmeras. Pois é através das lágrimas que
aprendemos a enxergar a verdadeira beleza que se esconde nas delicadezas do
cotidiano.
Somos como jardins em
flor, desabrochando em meio aos espinhos da vida. As lágrimas que regam nossa
alma são as mesmas que nos fazem apreciar o perfume das rosas. A dualidade de
sentir nos permite apreciar o doce sabor da felicidade, enquanto compreendemos
que ela só ganha significado quando contrastada com a escuridão da tristeza.
Que possamos abraçar a
nossa humanidade completa, com todas as suas nuances de luz e sombra. Pois é no
encontro entre a dor e a alegria que encontramos a verdadeira essência da
existência. E assim, caminhando entre os campos de amargura e êxtase, poderemos
saborear a felicidade como uma conquista pessoal, fruto de nossa coragem para
enfrentar as adversidades e permitir que a dualidade nos conduza a uma vida
plena.
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